Palavras aos Pedaços... que exultam o Estar e o Ser desta alma viajante
Terça-feira, 26 de Dezembro de 2006
ACORDAR
Olá Amigos e Companheiros de Viagem:
Quase esgotada que está a-quase-exclusivamente-consumista-quadra-do-natal, aqui estou eu de novo.
Fiquei espantada por ninguém ter comentado o texto da solidariedade...
Será que fui abrupta demais com as palavras?
O que quer que seja, tinha ideia de que seria um texto bastante comentado... mas em vão "zero" comentários!
O texto de hoje é "Acordar" e já foi escrito a algum tempo...
É um texto que reflecte a minha opinião sobre a postura que assumimos (ou não) na Vida.
Está assim em jeito de brincadeira, mas nas entrelinhas, partilho com muita seriedade o saber Estar e o saber Ser (que às vezes é tão difícil).
A todos com carinho.
Abraços-mil
Fly
(...)
Foto powered by google
Há bem pouco tempo eu li
Um texto bem engraçado
Muito simples, deduzi
E de realidade bem vincado
Falava do acordar
E de quem nunca acordou
Por receber sem nunca dar
Por quem nunca sonhou
Partilho convosco então
Esta simples brincadeira
Pode parecer diversão
Mas de facto verdadeira
Já alguma vez reparou
Que ao ler a palavra “acordar”
Se as sílabas separar
A-Cor-Dar , tudo mudou?
A cor dar é opção
De querer a vida colorir
De pintar o coração
Com novas formas de sentir
Um sorriso colorido
Pôr-do-Sol à beira mar
Um meigo luar sentido
Porta aberta para sonhar
Faça chuva, sol ou vento
Frio ou muito calor
A vida é um momento
Com muita, ou pouca cor
E neste arco-íris viajante
A que damos cor, ou não
Tudo muda num instante
Sem aparente razão
Escolha agora uma cor
A que alguma coisa lhe diz
Viva a Vida sem rancor
Acorde e seja feliz!
Vermelho é sangue, é vida
É paixão e sedução
A Vida-ao-rubro é vivida
Com muita, muita emoção
Beber o verde-esperança
Da Natureza envolvente
É ter sempre na lembrança
Tudo o que de bom se sente
Quem o azul-mar preferir
Boa escolha sempre faz
Olhar o céu faz sentir
Aquela sensação de paz
Do amarelo-sol que dizer?
Pura magia pela manhã
É opção a escolher
Para uma Vida mais sã
O rosa da meninice
Fica sempre na lembrança
Quem dispensa a meiguice
De um sorriso de criança?
Castanho-terra é genuíno
Transparência, autenticidade
É escolha de quem tem tino
E prefere sempre a verdade
O branco-neve é pureza
De quem escolhe a tranquilidade
Para pincelar a tristeza
De candura e sensibilidade
O Preto-carvão é a cor
Mais triste que eu conheço
Relembra-me a morte e a dor
Não a escolham! Eu vos peço!
Vou então terminar
E se me permite opinião
Não viva sem a cor dar
E sonhe com o coração!!!
E Tu que cor escolhes?
3 - Ola...tenho a dizer que e a segunda vez que visito o teu blog!Gostei imenso dos textos que publicas, acho mesmo que vou passar a ser uma leitora assidua dos mesmos.
Deixo apenas um beijo e continuacao de bom trabalho por este blog.
P.S.- Passa pelo meu blog se achares por bem! (Comentar)
http://palavrasescritas.blog.pt/ (Comentar)
Deixo apenas um beijo e continuacao de bom trabalho por este blog.
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